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Primeira Notícia

Publicado em 12/06/2018 às 12h40


 

O mercado de segurança eletrônica registrou, em 2015, um faturamento de R$ 5,4 bilhões, que representa 6% de crescimento em relação a 2014. Os dados, revelados em uma pesquisa feita pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), também constataram que a indústria de alarme apresentou 15% de aumento nas vendas, um dos maiores dentro do segmento.

Analisando o período entre os anos de 2011 e 2015, houve uma média de crescimento na casa dos 9% anuais. Ou seja, mesmo em momentos de crise no mercado como um todo, a comercialização de equipamentos para segurança eletrônica manteve-se em crescência.

Esses números refletem a necessidade do brasileiro de munir-se com ferramentas que protejam sua família e seu patrimônio de assaltos, roubos e invasões, situações que, infelizmente, apresentam índices cada vez maiores em todo o país.

 

O papel da central de alarme

Dentro de uma vasta gama de equipamentos e soluções, o sistema de alarme é um dos mais importantes no que diz respeito à segurança eletrônica. Ele é formado por vários dispositivos, entre eles: sensores, sirene, teclado, controle remoto, bateria, fonte de alimentação e uma central de alarme.

A central é o cérebro de toda a operação. Ela controla todos os outros equipamentos citados e, com isso, identifica qualquer evento, informando-o à empresa de monitoramento ou proprietário do local.

Neste post, iremos falar sobre a central de alarme AMT 4010 Smart. Ela tem tudo o que um dispositivo como esse precisa ter, além de funções exclusivas e, claro, qualidade Intelbras.

Central de alarme AMT 4010 Smart

Esse aparelho permite que você automatize os mais variados tipos de ambientes, como casas, comércios e empresas.

Através da função Smart, a AMT 4010 oferece um alcance de até 1 km entre ela e o último dispositivo do sistema através do barramento 485, na topologia cascata. Esse raio de atuação possibilita que a central possa atender desde projetos residenciais até aplicações em grandes ambientes, como condomínios e indústrias.

Essa central também permite o monitoramento de abertura e fechamento de janelas e portas mesmo nos sensores sem fio, com visualização fácil e intuitiva através do teclado. Para isso, é necessário a instalação do receptor e sensores com a função SMART.

Com equipamentos sem fio e a central AMT 4010 Smart, seu sistema de alarme pode dar adeus às fiações. Dessa forma, ambientes podem tornar-se mais seguros e preparados para situações adversas sem que sua estética seja danificada.

Além das funções citadas, o sistema da central de alarme AMT 4010 Smart pode ser dividido em quatro partições autônomas. Assim, pode ser utilizado por quatro empresas diferentes dentro de um mesmo condomínio comercial, por exemplo, tornando-se um equipamento com ótimo custo-benefício.

Conclusão

Agora que você conhece todas as funções da AMT 4010 Smart, não há motivos para optar por outra central de alarme. Conheça todas as especificações técnicas desse dispositivo clicando aqui. Com ela centralizando as tarefas, o sistema de segurança eletrônica de sua casa ou empresa só tem a ganhar.

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Segunda Notícia

Publicado em 05/06/2018 às 12h40

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Na correria do dia a dia, o que buscamos para nossa rotina é mais facilidade e agilidade. Não queremos perder tempo voltando até o escritório porque esquecemos a chave de casa e ficamos para o lado de fora, certo? Muito menos esquecer a porta aberta e correr o risco de deixar o local desprotegido.

Uma ótima sugestão para acabar com esses problemas é trocar as fechaduras convencionais por fechadura digital, que dispensa o uso de chaves e abre através de chaveiro de proximidade (cadastro de até 30 chaveiros) ou por senha numérica (cadastro de até 4 senhas). Além disso, possui design moderno, teclas touch screen e instalação simplificada, sendo a solução perfeita para o controle de acesso em casas, escritórios, hotéis e outros ambientes.

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Terceira Notícia

Publicado por Lorem Ipsum em 15/12/2017 às 12h40

 Ainda é comum usuários de telefonia móvel encontrarem problemas relacionados ao sinal do celular, tanto por influência das condições geográficas do local quanto pela qualidade do sinal que é captado pelo aparelho. Existem algumas causas que estão relacionadas ao problema:

  • Distância do aparelho à antena: quanto mais distante o aparelho estiver da antena, maior é a degradação das ondas telefônicas e pior a recepção do sinal. Para garantir uma boa comunicação, o sinal deve ser não apenas constante, mas estável e de boa qualidade.
  • Obstruções são a grande causa de interferências, principalmente em centros urbanos. Apesar de possuírem uma quantidade considerável de antenas, prédios e construções, no geral, contribuem para a perda do sinal, causando problemas na recepção.

Para resolver os problemas relacionados às causas abordadas acima, existe um equipamento chamado repetidor de sinal de celular, que capta o sinal enviado pelas operadoras, através do posicionamento de uma antena externa, e o retransmite para o interior do ambiente, aumentando a qualidade da comunicação e potencializando a cobertura para até 700 m² em torno do repetidor. Os repetidores de sinal podem ser aplicados em qualquer local onde o sinal de celular é prejudicado por barreiras físicas, naturais, eletromagnéticas ou pela longa distância entre o aparelho receptor e a antena de transmissão. É importante ressaltar que existem variados modelos de repetidores e cada um deles suporta determinada frequência de sinal. Dessa forma, antes de escolher o equipamento, é necessário identificar a frequência de sinal da operadora local. Essa informação pode ser obtida com a sua operadora de telefonia através do suporte ou de uma empresa qualificada.

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Quarta Notícia

Publicado por Lorem Ipsum em 13/12/2017 às 12h40

 Saiba como proteger os seus equipamentos contra raios

Com um dos maiores índices de incidência de descargas atmosféricas do mundo, o Brasil registra anualmente cerca de 50 milhões de ocorrências de raios e relâmpagos em seu território, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Saiba mais sobre o assunto e veja dicas de como proteger os seus equipamentos eletrônicos contra esse fenômeno.

Descargas atmosféricas no Brasil

O Brasil registra anualmente cerca de 50 milhões de ocorrências de raios em seu território. Isso ocorre devido à posição geográfica do país, que está localizado na zona tropical do planeta, área onde o clima é mais quente e, deste modo, favorável à formação de raios e tempestades. Pesquisas indicam que há aumentos de incidência de descargas elétricas em áreas urbanas devido à ação de fatores como a poluição e o aumento de temperatura. Esse tipo de fenômeno causa não somente prejuízos econômicos, mas também ameaças à população, podendo provocar ferimentos, graves lesões e até a morte. No período de 2000 a 2014, segundo o INPE, foram contabilizados 1.789 óbitos causados por acidentes envolvendo raios. As regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste concentram o maior número de ocorrências.  O verão costuma ser a estação mais chuvosa e, por consequência, possui a maior incidência de descargas elétricas.  

Como proteger os seus equipamentos eletrônicos contra raios

Por estarem ligados à rede elétrica, os equipamentos eletrônicos estão suscetíveis a picos de tensão, seja de ordem física ou natural, neste caso, descargas elétricas, mais conhecidas como raios.

Quando um raio atinge um local próximo a uma rede elétrica, ele descarrega uma grande quantidade de eletricidade, que percorre fiações até o momento de encontrar um aterramento. É aí que ele pode destruir a fiação e aparelhos eletrônicos que estiverem plugados na tomada. A baixa ou falta de energia não danifica os equipamentos; isso pode ocorrer no retorno da eletricidade, quando ela normalmente possui uma voltagem maior.

Dado o contexto, como proteger os equipamentos eletrônicos em caso de descargas elétricas?

Ter uma instalação elétrica adequada é o primeiro passo para evitar que os aparelhos sejam danificados. Qualquer defeito ou má instalação os torna mais vulneráveis a ocorrências de descargas atmosféricas. Contrate um bom eletricista e certifique-se de que ele utilize materiais certificados e realize a instalação e a manutenção de maneira correta.

O ideal é que cada aparelho seja conectado a uma tomada individual, sem o uso de réguas ou adaptadores do tipo benjamim. A sobrecarga de equipamentos ligados a uma única fonte pode ser prejudicial em caso de queda de raios.

Realizar o aterramento da fiação elétrica da sua residência ou empresa é fundamental para a proteção dos seus aparelhos eletrônicos. Atualmente, no Brasil, esse procedimento é obrigatório. No aterramento, é instalado um cabo de cobre no solo, de maneira que ele possa descarregar as tensões atmosféricas e estáticas, facilitando e otimizando o funcionamento de outros dispositivos de proteção, como disjuntores. Esse processo pode ser aliado à instalação de um DPS, equipamento que protege a rede elétrica contra raios e variações de tensão.

Existem, ainda, equipamentos que são comprovadamente resistentes à descarga atmosférica, como por exemplo, os videoporteiros Intelbras. Nesse caso, os aparelhos contam com proteção contra transientes atmosféricos que tem como base os sistemas usados em centrais telefônicas (PABX) desenvolvidos e aprimorados por nós. Esse sistema de proteção baseia-se em protetores passivos e ativos, utilizando desde centelhadores a gás até os protetores à base de silício (TVS).

Categoria: Quarta Notícia
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